A Confederação dos Tamoios como escrita da história nacional e da escravidão
DOI:
https://doi.org/10.15848/hh.v0i17.831Palavras-chave:
Poesia, Romantismo, EscravidãoResumo
Este artigo é uma tentativa inicial de reavaliação da obra A Confederação dos Tamoios (1856), do poeta romântico Gonçalves de Magalhães, tomando-a como um exercício de escrita da história brasileira e do papel nela desempenhado pela escravidão. Para tanto, busca-se compreender as inovações oitocentistas do épico mediante uma discussão sobre o diálogo entre literatura e conhecimento histórico no Brasil oitocentista. Aponta-se que ambos compartilharam o objetivo de servir como meios de orientação da coletividade nacional, empenhando-se em conferir significação e direção à sua própria experiência do tempo. Analisa-se a interpretação da história contida no poema e a centralidade conferida à questão da escravidão, indicando que o indianismo de Magalhães era também um antiescravismo.
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Copyright (c) 2015 Danilo José Zioni Ferretti

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