História, sociedade e cultura nos pressupostos de influentes teorias literárias da recepção, entre os anos 1960 e 1990
DOI:
https://doi.org/10.15848/hh.v18.2275Palavras-chave:
Recepção, Literatura, HistóriaResumo
O presente artigo consiste numa contribuição para o estado de arte das teorias da literatura sobre a recepção de obras literárias, as quais, devido à sua complexidade, proporcionaram grandes contribuições para os estudos históricos. Identificamos que houve uma grande divisão entre tais correntes, durante os anos de 1960 e 1990, entre aquelas que evitavam enfatizar a dimensão social e histórica do ato de ler e aquelas que buscaram seus fundamentos nas ações sociais e históricas para explicar a recepção de obras literárias. Nesse sentido, abordaremos as teorias da recepção alemãs e as correntes dissidentes que exploraram as dimensões sociais e históricas, como o Reader-Response Criticism, de Stanley Fish, e a ciência da literatura empírica e cultural, como no caso do estudo teórico de Gabriele Schwab sobre a teoria da leitura como contato cultural.
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